Campo de escuta, atravessamento e criação de caminhos possíveis.

Uma clínica que compreende o sofrimento psíquico como produção histórica, relacional e política — e não como falha individual.

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A Klínica

A clínica que sustento parte da esquizoanálise, compreendendo o sujeito como efeito de múltiplos atravessamentos – familiares, sociais, afetivos, históricos. Aqui, não se trata de adaptar o indivíduo às exigências de um mundo adoecido, mas de cartografar os modos como esse mundo se inscreve nos corpos, nos afetos e nos sintomas. O trabalho clínico aposta na escuta do sofrimento como linguagem, no sintoma como produção de sentido, e no cuidado como criação de possibilidades.

Mais do que interpretar, trata-se de abrir passagens. Mais do que corrigir, trata-se de sustentar movimentos. Uma clínica que não fecha, mas faz variar.

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